De volta ao lar - Poema
É uma história diferente
Nada mais se passa na mesma cidade
As pessoas que via, se foram
Ninguém mais se importa em olhar pro lado
As estrelas não são mais as mesmas
Não se vê mais a pequena árvore que sentávamos, no caminho de volta pra casa
Não tenho mais seus olhos verdes que refletiam minha felicidade
É tudo escuro, nada mais tem cor. Nada mais tem a mesma cor.
A cidade que vejo quando sento no capô do carro, é obscura
E ao meu lado, há somente uma alma desconhecida
Meu lar, é ocupado por vagos lances de lembranças
Meu quarto, antes com as cores mais lindas do arco-íris, tornou-se da cor da parede de um apartamento abandonado.
De um jeito ou de outro, tive que fazer isso
Num outro caso, não saberia do que sei agora
Mas peço a liberdade que tinha antes
O que aprendi, levarei para sempre
O carro não parece longe da minha visão
Corro até a garagem
E a chave eu viro, vendo de novo, todas a mesmas coisas...
Agora poderei ver novamente as estrelas
As mesmas que via quando você me abraçava, no capô do carro
Observando as luzes da cidade e rindo das suas brincadeiras e piadas bestas
Vejo a estrada em minha frente como o caminho de volta pra casa
Verei a árvore outra vez...
Em breve minha felicidade voltará, e verei em seus belos olhos, um futuro completo, como desejado.
É isso, eu cheguei.
A campainha da sua casa tem o som de um sino que, ao ser soado, é reinado finalmente, a paz.
E entendi, enfim entendi, que, não importa quantas vezes eu volte pra casa
Você sempre me esperará, e nunca me cansarei.
E pode ficar tranquilo, se um dia você se cansar, por um instante e sair,
Quando voltar pra casa, estarei te esperando,
Olhando pela janela do meu quarto arco-íris, a estrelas que me acalmam, dizendo que a paciência é a parte essencial entre tanto mais.
Agora mata minha saudade do seu beijo e vem aqui,
No capô do carro.
By: Eu, Rubia A. Fernandes.
Por favor, não copie e cole sem ditar meu nome, obrigada *-*
Nada mais se passa na mesma cidade
As pessoas que via, se foram
Ninguém mais se importa em olhar pro lado
As estrelas não são mais as mesmas
Não se vê mais a pequena árvore que sentávamos, no caminho de volta pra casa
Não tenho mais seus olhos verdes que refletiam minha felicidade
É tudo escuro, nada mais tem cor. Nada mais tem a mesma cor.
A cidade que vejo quando sento no capô do carro, é obscura
E ao meu lado, há somente uma alma desconhecida
Meu lar, é ocupado por vagos lances de lembranças
Meu quarto, antes com as cores mais lindas do arco-íris, tornou-se da cor da parede de um apartamento abandonado.
De um jeito ou de outro, tive que fazer isso
Num outro caso, não saberia do que sei agora
Mas peço a liberdade que tinha antes
O que aprendi, levarei para sempre
O carro não parece longe da minha visão
Corro até a garagem
E a chave eu viro, vendo de novo, todas a mesmas coisas...
Agora poderei ver novamente as estrelas
As mesmas que via quando você me abraçava, no capô do carro
Observando as luzes da cidade e rindo das suas brincadeiras e piadas bestas
Vejo a estrada em minha frente como o caminho de volta pra casa
Verei a árvore outra vez...
Em breve minha felicidade voltará, e verei em seus belos olhos, um futuro completo, como desejado.
É isso, eu cheguei.
A campainha da sua casa tem o som de um sino que, ao ser soado, é reinado finalmente, a paz.
E entendi, enfim entendi, que, não importa quantas vezes eu volte pra casa
Você sempre me esperará, e nunca me cansarei.
E pode ficar tranquilo, se um dia você se cansar, por um instante e sair,
Quando voltar pra casa, estarei te esperando,
Olhando pela janela do meu quarto arco-íris, a estrelas que me acalmam, dizendo que a paciência é a parte essencial entre tanto mais.
Agora mata minha saudade do seu beijo e vem aqui,
No capô do carro.
By: Eu, Rubia A. Fernandes.
Por favor, não copie e cole sem ditar meu nome, obrigada *-*
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